Quinta-feira, 11 de Maio de 2006

Exemplo de um trabalho prático apresentado e já avaliado

Universidade do Minho
 
 
Licenciatura em Sociologia – 1º Ano
 
 
Pierre Bourdieu, “LA SOCIOLOGIA, ES UNA CIENCIA?”
 
Trabalho Prático de Metodologia em Ciências Sociais
2º Semestre – Ano Lectivo 2005/06
 
 
 
 
Maria Angelina Rodrigues – nº 47774
 
Braga, 25 de Abril de 2006
 
 
Identificação do Texto:
Pierre Bourdieu, “La Sociologia, es una Ciência?”, in La Recherche, nº 331, Maio de 2000.
 
Género ou tipo de livro/texto:
Entrevista a Pierre Bourdieu, publicada pela Revista La Recherche, nrº 331, Maio de 2000. Traduzida por Dr. Manuel António Baeza em Dezembro de 2000.
Tema (resumo da ideia-mestra do texto):
            Nesta entrevista deparamo-nos com a dúvida de que a Sociologia, ao contrário das ciências consideradas puras, poderá não ser considerada ciência. O entrevistador questiona Pierre Bourdieu quanto à cientificidade da Sociologia.
            Para Bourdieu, a Sociologia tem o triste privilégio de ser a única disciplina para a qual essa dúvida nunca pára de ser posta, quando, na realidade, a Sociologia tal como as outras ciências, utiliza métodos, conceitos e formas de verificação. Tem portanto um carácter científico, é uma ciência.   
Público-alvo:
            O texto é bastante pertinente, dado que aborda a questão que sempre se coloca: “Será a Sociologia uma Ciência?”, “O que é a Sociologia?”.
             Para Bourdieu a Sociologia, a última a chegar entre as ciências, é uma ciência critica, de si própria e das outras ciências; critica também dos poderes, inclusivamente dos poderes da ciência.
            Bourdieu considera a sociologia como "um desporto de combate", e para ele: “O Sociólogo que procura transmitir um habitus cientifico parece-se mais com um treinador desportivo de alto nível do que com um professor (universitário) da Sorbornne.” (Bourdieu, 1989).
            Esta entrevista suscitará o interesse de Sociólogos, Professores e Estudantes e poderá levar à aceitação por parte de uns e à discórdia por parte de outros.
 
Tese central:
            A ideia central de Pierre Bourdieu, nesta entrevista, é defender o carácter científico da Sociologia.
            Para Pierre Bourdieu a Sociologia é uma ciência cumulativa que possui um instrumental teórico ao mesmo tempo complexo, unificado e ajustado ao real. Esta Ciência desenvolveu-se com um certo atraso em relação às outras ciências porque o seu objecto é composto por planos de luta muito dispersos o que dá a aparência de uma disciplina dividida.
            O autor defende que a maior dificuldade da Sociologia reside no facto de existir receio na descoberta da verdade.
 
 
 ANÁLISE EFECTUADA PELO ALUNO
Impressões a quente
 
            Depois da leitura desta entrevista, diria que a Sociologia é, de facto, uma Ciência pois utiliza métodos, conceitos e formas de verificação. Tem como objecto de estudo campos de luta intensos e agudos, as próprias acções dos homens uns sobre os outros. Além disso, na Sociologia, as hipóteses, explicações ou teorias, verdadeiras ou falsas, compõem o próprio objecto estudado à medida que são divulgadas.
             As ciências naturais caminham no sentido de explicar a objectividade em si mesma, como algo independente das vontades e interesses humanos. Na Sociologia, em virtude de tratar com um objecto paradoxal, o sujeito, que investiga, é ele próprio uma parte inseparável do objecto investigado.
            No meu ponto de vista, a verdade concreta poderá existir até certo ponto, pois a realidade social é algo que objectivamente construímos e reproduzimos diariamente. A função científica da Sociologia é compreender o mundo social.
           
 
 
Construção e conteúdo
 
            Pierre Bourdieu com a sua teoria da prática introduziu dinamismo na Sociologia contemporânea. De acordo com o sue ponto de vista, a Sociologia é uma ciência que incomoda, que critica, que coloca problemas e põe a descoberto coisas recalcadas que se pretendem ocultar. Contudo, a posição do Sociólogo é particularmente ingrata porque ele coloca questões que lhe são incessantemente colocadas.
            A sociologia da ciência é particularmente incómoda porque questiona as outras ciências e é inquietante porque revela coisas escondidas, com as quais muitas vezes não nos queremos confrontar. Por isso, existem determinados grupos de pessoas que não gostam das “verdades” que a Sociologia apresenta porque lhes são especialmente incómodas. O autor defende que “são verdades que os tecnocratas, os epistemocratas - quer dizer bom número dos que lêem a sociologia e dos que a financiam – não gostam de ouvir” (Bourdieu, 2000).Criador ou disseminador de conceitos como “campo” ou “habitus”, Bourdieu vê os homens em luta permanente pelo prestígio e pela ascensão social. Na sua perspectiva, o mundo científico é refém de uma luta de interesses: “ […] mostrar que o mundo cientifico é lugar de uma concorrência que, orientada pela busca de ganhos específicos […], e conduzida em nomes de interesses específicos” (Bourdieu, 2000).
            Os meios de comunicação - um dos principais alvos de crítica de Bourdieu - estariam, segundo ele, cada vez mais submetidos a uma lógica comercial inimiga da palavra, da verdade e dos significados reais da vida. Bourdieu era, na verdade, um crítico feroz dos Media contemporâneos. Por isso quando o entrevistador, numa das questões colocadas, faz uma comparação entre Sociologia e jornalismo, Bourdieu menciona que há uma diferença objectiva entre os dois porque na Sociologia: “Há sistemas coerentes de hipóteses, conceitos, métodos de verificação, tudo o que comummente se associa à ideia de ciência.”, (Bourdieu, 2000),eo jornalismo apenas se limita e descrever aquilo que observa.
            A Sociologia desenvolveu-se mais tarde que as outras ciências porque os seus objectos são “jogos de lutas; coisas que se escondem, que se censuram, pelas quais há quem esteja disposto a morrer” (Bourdieu, 2000). Desta forma, investigador tem um papel particularmente difícil porque ele também faz parte do objecto investigado. Muitas vezes é confrontado com realidades cruéis, difíceis de suportar. Os adolescentes preferem a politica ou a arte porque lhes servem de refúgio para esquecer o Mundo e encontrarem universos livres de problemas.
             Para muitos, existe um olhar crítico sobre a formação do sociólogo como censor e detentor de um discurso de verdade sobre o mundo social. Para ele, uma das causas do erro em sociologia está na relação incontrolada com o objecto.            
            Para Bourdieu “não há sem dúvida domínio em que o “poder dos especialistas” e o monopólio da “competência” seja mais perigoso e mais intolerável. Nenhuma ciência põe em jogo conflitos sociais tão evidentemente como o faz a Sociologia” (Bourdieu, 2003).Na sua opinião, cabe ao sociólogo destruir os mitos dos seus contemporâneos, e também ser capaz de ter uma relação controlada com o objecto. A melhor forma de o fazer é seguir um procedimento científico e utilizar os conceitos, os métodos e técnicas designadas por Marx, Durkheim e Weber e que lhe permitam chegar à verdade. Apesar das abordagens destes antecessores serem diferentes, Bourdieu defende uma sociologia cumulativa. Ou seja, para fazer avançar a ciência muitas vezes é necessário fazer comunicar teorias opostas.
            A Sociologia, tal como as outras ciências, também é questionada quanto à sua neutralidade e objectividade. Bourdieu não acredita na neutralidade da ciência dando ideia de que existem sempre interesses por trás de qualquer verdade científica. De acordo com este autor,: “ […] não haveria muitas verdades científicas se tivéssemos de condenar esta ou aquela descoberta a pretexto das intenções ou os procedimentos dos seus autores não terem sido lá muito puros” (Bourdieu, 2000), e em relação á sociologia ele afirma: “Se o sociólogo consegue produzir um pouco que seja de verdade, […], tem interesse nisso – o que é muito exactamente o inverso do discurso um tanto estupidificante sobre a neutralidade.” (Bourdieu, 2000).
 
Apreciação
            Para melhor compreender o texto, nomeadamente as ideias defendidas por Bourdieu, achei por bem, analisar algumas obras do autor. No meu ponto de vista Bourdieu faz uma análise á atitude científica de forma crítica. Propôs uma Sociologia da Sociologia, constituída de um olhar crítico sobre a formação do sociólogo como censor e detentor de um discurso de verdade sobre o mundo social.
            Uma das mais importantes questões na obra de Bourdieu centraliza-se na análise de como os agentes incorporam a estrutura social ao mesmo tempo que a produzem, legitimam e reproduzem.
             Pierre Bourdieu centrou-se desde cedo nas questões da Sociologia da educação e da cultura. Na sua obra A Profissão de Sociólogo admite uma ruptura epistemológica entre o conhecimento científico dos sociólogos e a sociologia espontânea dos actores sociais.           Bourdieu acha que: “Quando uma actividade é constituída em disciplina universitária, a questão da sua função e da função daqueles que a praticam deixam de se pôr: basta pensar nos arqueólogos, filósofos, historiadores, aos quais nunca se pergunta para que servem, para que serve aquilo que fazem, para quem trabalham, quem tem necessidade daquilo que fazem. Ninguém os põe em questão e eles sentem-se, por isso, inteiramente justificados ao fazer o que fazem. A Sociologia não tem essa sorte”. (Bourdieu pág. 52).
            Os seus críticos acusam-no de determinista e de explorar temas pertinentes com ajuda dos artifícios da retórica sociológica.Do outro lado, os seus seguidores vêem nele a voz da resistência científica num momento de relativismo geral.
            Considero Bourdieu um sociólogo ousado, dado que a sua área de formação era a filosofia. Considera que foi imputado à Sociologia Maio de 1968 em França. Enfrentava e era um crítico acérrimo do poder político. Face ao silêncio dos políticos diante dos problemas sociais, Bourdieu apelou para a mobilização dos intelectuais. O que defendo”, costumava dizer, “é a possibilidade e a necessidade do intelectual crítico”. Para Bourdieu, não pode haver democracia efectiva sem um verdadeiro contra-poder crítico.
            Concluí que a Sociologia ajuda os indivíduos a terem consciência dos papéis que ocupam na sociedade. Assim, serão capazes de perceber como funcionam nas relações com os outros e de que forma as suas acções têm influência na vida dos outros.           Gostaria de mencionar, ainda a propósito deste tema, que: Em resposta à questão de um colega sobre “O que é a Sociologia?” o Professor José Pinheiro Neves, no seu Blog responde: “A sociologia é uma ciência social que estuda os fenómenos sociais utilizando, para isso, diversas metodologias científicas”, (Neves, 2006). Resposta com a qual eu concordo totalmente.
            Na minha opinião a Sociologia é fascinante e ao mesmo tempo constrangedora, dado que o tema de estudo é o nosso próprio comportamento enquanto seres sociais.
            Este tema poderia levar-nos a campos mais vastos do conhecimento da humanidade/sociedade.
 
Bibliografia: 
 
  • Pierre Bourdieu, O Poder Simbólico. Lisboa, Difel, 1989, p. 23.
 
  • Pierre Bourdieu, Questões de Sociologia. Lisboa, Fim de Século – Edições, 2003, pp. 9, 23 a 29, 52.
 
  • Pierre Bourdieu, Jean-Claude Chamboredon e Jean-Claude Passeron, A Profissão de Sociólogo, Petrópolis, Publicações Editora Vozes, 2002, p. 142.
 
  • Vários, Dicionário de Sociologia, Porto, Porto Editora, 2002, pp. 39, 359 a 364.
 


Ver também este texto no site:
http://sociologia-online.blogspot.com/2006/06/la-sociologia-es-una-ciencia-pierre.html
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Quarta-feira, 26 de Abril de 2006

Aula teórica de 26 de Abril 2006 (aula prática que passou a teórica)

Aula teórica de 26 de Abril (era para ser aula prática)

Sumário

 

As soluções dualistas do ponto de vista epistemológico:

1 - Pierre Bourdieu - o construtivismo estruturalista

2 - Anthony Giddens - a teoria da estruturação como um construtivismo reflexivo.

 

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1 - Pierre Bourdieu - o construtivismo estruturalista

 

1.
Texto base: Pierre Bourdieu “Espacio social y poder simbólico”, in Pierre Bpurdieu,Cosas Dichas, Barcelona, Gedisa, 1988 [tradução em espanhol do texto francês da conferência pronunciada na Universidade de San Diego em março de 1986]

 

            A teoria de Bourdieu como uma forma de dualismo epistemológico
      “Si tuviese que caracterizar mi trabajo en dos palabras, es decir, como se hace mucho hoy, aplicarle una etiqueta, hablaría de constructivist structuralism o de structuralist constructivism, tomando la palabra estructuralismo en un sentido muy diferente de aquel que da la tradición sausariana o lévi-straussiana”.    
 
      “Por estructuralismo o estructuralista, quiero decir que existen en el mundo social mismo, y no solamente en los sistemas simbólicos, lenguaje, mito, etc., estructuras objetivas, independientes de la conciencia y de la voluntad de los agentes, que son capaces de orientar o de coaccionar sus prácticas o sus representaciones”.
      “Por constructivismo quiero decir que hay una génesis social de una parte de los esquemas de percepción, de pensamiento y de acción que son constitutivos de lo que llamo habitus, y por otra parte estructuras, y en particular de lo que llamo campos y grupos, especialmente de lo que se llama generalmente las clases sociales”. 
 
      “De modo muy general, la ciencia social, en antropología como en sociología o en historia, oscila entre dos puntos de vista aparentemente incompatibles, dos perspectivas aparentemente inconciliables: el objetivismo y el subjetivismo, o, si se prefiere, el fisicalismo y el psicologismo (que puede tomar diversos matices, fenomenológico, semiológico, etcétera)”. 
      Por un lado puede “tratar los hechos sociales como cosas”, según la vieja máxima de Durkheim, y así dejar de lado todo lo que deben al hecho de que son objetos de conocimiento – o de desconocimiento – en la existencia social.   
 
      “Por otro lado, puede reducir el mundo social a las representaciones que de él hacen los agentes, consistiendo entonces la tarea de la ciencia social en producir un “informe de los informes” (account of the accounts) producidos por los sujetos sociales”. 
      Ex: Alfred Schütz (sociologia fenomenológica) e a Etnometodologia de Garfinkel e Cicourel 
      “A riesgo de parecer muy oscuro, podría dar una frase, un resumen de todo el análisis que propongo hoy:
      por un lado, las estructuras objetivas que construye el sociólogo en el momento objetivista, al apartar las representaciones subjetivas de los agentes, son el fundamento de las representaciones subjetivas y constituyen las coacciones estructurales que pesan sobre las interacciones;
      pero, por otro lado, esas representaciones también deben ser consideradas si se quiere dar cuenta especialmente de las luchas cotidianas, individuales o colectivas, que tienden a transformar o conservar esas estructuras”.
 
      Esto significa que los dos momentos, objetivista y subjetivista, están en una relación dialéctica y que, aún si, por ejemplo, el momento subjetivista parece muy próximo, cuando se lo toma separadamente, de los análisis interaccionistas o etnometodológicos, está separado de ellos por una diferencia radical: los puntos de vista son aprehendidos en tanto tales y relacionados con las posiciones en la estructura de los agentes correspondientes.      
 
      Para superar verdaderamente la oposición artificial que se establece entre las estructuras y las representaciones, es necesario también romper con el modo de pensamiento que Cassirer llama sustancialista y que lleva a no reconocer a ninguna otra realidad que aquellas que se ofrecen a la intuición directa en la experiencia ordinaria, los individuos y los grupos.
 
      El aporte principal de lo que bien puede llamarse la revolución estructuralista ha consistido en aplicar al mundo social un modo de pensamiento relacional, que es el de la matemática y la física modernas y que identifica lo real no con sustancias sino con relaciones.
      La “realidad social” de la que hablaba Durkheim es un conjunto de relaciones invisibles, las mismas que constituyen un espacio de posiciones exteriores las unas a las otras, definidas las unas por relación a otras, por la proximidad, la vecindad, o por la distancia, y también por la posición relativa, por arriba o por abajo, o también, entre medio.
 
 
      La sociología, en su momento objetivista, es una topología social, un analysis situs, como se llama a esta nueva forma de las matemáticas en tiempo de Leibniz, un análisis de las posiciones relativas, y de las relaciones objetivas entre esas posiciones.    
 
      […] “Se ha pasado pues de la física social a la fenomenología social. La “realidad social” de la cual hablan los objetivistas es también un objeto de percepción. Y la ciencia social debe tomar por objeto esta realidad y a la vez la percepción de esta realidad, las perspectivas, los puntos de vista que, en función de su posición en el espacio social objetivo, los agentes tienen sobre esta realidad. Las visiones espontáneas del mundo social, las folk theories de las que hablan los etnometodólogos, o lo que llamo la sociología espontánea, pero también las teorías eruditas, y la sociología, forman parte de la realidad social y, como la teoría marxista por ejemplo, pueden adquirir un poder de construcción completamente real”.   
 
      La sociología debe incluir una sociología de la percepción del mundo social, es decir una sociología de la construcción de las visiones del mundo que contribuyen también a la construcción de ese mundo”.
 
      NO ENTANTO, segundo Bourdieu, É PRECISO TER CUIDADO COM ESTA VISÃO CONSTRUTIVISTA.
 
      “Pero, dado que hemos construido el espacio social, sabemos que estos puntos de vista, la palabra misma lo dice, son vistas tomadas a partir de un punto, es decir de una posición determinada en el espacio social. Y también que habrá puntos de vista diferentes o aun antagónicos, puesto que los puntos de vista dependen del punto del cual son tomados, puesto que la visión que cada agente tiene del espacio depende de la posición en ese espacio”.

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2 - Anthony Giddens - a teoria da estruturação como um construtivismo reflexivo.

Ver este texto: http://neves.paginas.sapo.pt/giddens2maio06.html

 

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ANEXOS

Ver textos on-line sobre o construtivismo estruturalista de Bourdieu:

         

"Pierre Bourdieu, L’habitus en sociologie entre objectivisme et subjectivisme".

 http://www.uqac.uquebec.ca/zone30/Classiques_des_sciences_sociales/collection_methodologie/bourdieu_pierre/habitus/habitus_texte.html

Extrait de Pierre BOURDIEU, Le sens pratique, Paris, Éditions de Minuit, 1980

 

-------------------------------------------------

http://www.homme-moderne.org/societe/socio/bourdieu/prefaces/marienth.rtf

ou

 

http://www.homme-moderne.org/societe/socio/bourdieu/prefaces/marienth.html

 

PRÉFACE DE PIERRE BOURDIEU à PAUL LAZARSFELD, MARIE JAHODA, HANS ZEISEL, LES CHÔMEURS DE MARIENTHAL, Paris, LES ÉDITIONS DE MINUIT, 1981.

 

--------------------------------------------------------

 

http://www.rau.edu.uy/fcs/dts/Psicologiasocial/sintesisbourdieu.pdf

 

Celmira Bentura, Documento de Síntesis sobre los conceptos centrales en la

obra de P. Bourdieu, Policopiado

 

-------------------------------------------------------

 

Ver textos on-line de Anthony Giddens sobre teoria da estruturação como um construtivismo reflexivo:

 

http://www.herramienta.com.ar/varios/14/14-8.html

Ronaldo Fabiano dos Santos Gaspar, "La Teoría Social de Anthony Giddens

Una lectura de La Constitución de la Sociedad"

Ver este capítulo: La "Teoría de la estructuración" y la investigación en las ciencias sociales

 

Ver também este site com entrevistas (e vídeos) aAnthony Giddens:

http://en.wikipedia.org/wiki/Anthony_Giddens

 

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Outra bibliografia
Beck, Ulrich, Giddens, Anthony e Lash, Scott, Reflexive Modernization. Politics, Tradition and Aesthetics in the Modern Social Order, Cambridge, Polity Press, 1994.
Bourdieu, Pierre Bourdieu “Espacio social y poder simbólico”, in Pierre Bpurdieu,Cosas Dichas, Barcelona, Gedisa, 1988 [tradução em espanhol do texto francês da conferência pronunciada na Universidade de San Diego em março de 1986]
Ferreira, Jonatas, “JULGAMENTO E SUBJETIVIDADE NO MUNDO MODERNO”, in: http://www.ufpe.br/eso/revista5/ferreira.htm
Giddens, Anthony, A constituição da Sociedade, São Paulo, Livraria Martins Fontes Editora, 1989, 318 p.
Giddens, Anthony, Modernity and Self-Identity. Self and Society in Late Modern Age, Cambridge, Polity Press, 1992.
J.-P. Durand e R. Weil (orgs.), Sociologie contemporaine, Paris, Vigot, 1989, pp. 192-204

 

LA SOCIOLOGIA, ¿ES UNA CIENCIA? - Pierre Bourdieu

 http://www2.udec.cl/~alas/revista/noti%201.htm

In: La Recherche nº 331, Mayo de 2000.

Traducción: Dr. Manuel Antonio Baeza R. concepción, Diciembre de 2000.

 

 

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