Segunda-feira, 14 de Novembro de 2005

Resposta ao exercício da aula teórica nº4 - 2 Nov. 2005, da aluna Keisy Pacheco

Exercícios de preparação para o teste a partir da aula teórica nº 4 - 2 Nov. 2005


Faça uma re-escrita dos seguintes textos de Hume usando palavras e exemplos que lhe sejam familiares. O importante é entender o que escreve. Utilize o dicionário de língua portuguesa.


Envie, até 15 de Novembro de 2005,  para o e-mail do blog: jpneves2006@yahoo.com.br


As melhores respostas serão colocadas neste blog.

 

•Texto 1

“Um corpo de dez onças erguido em qualquer balança serve de prova de que o contrapeso excede dez onças, mas nunca pode fornecer uma razão de que ele exceda uma centena. Se a causa, para algum efeito, não for suficiente para o produzir, devemos ou rejeitar essa causa, ou acrescentar-lhe qualidades tais que lhe dêem uma justa proporção ao efeito.”(1985, XI)

•

Texto 2

•..."mas se lhe atribuirmos mais qualidades ou afirmarmos que ela é capaz de produzir outros efeitos, podemos apenas conceder a permissão de conjecturas e supor arbitrariamente a existência de qualidades e energias, sem razão ou autoridade.”(1985, XI)

•

Bibliografia

Hume, David, Investigação sobre o Entendimento Humano, Lisboa, Edições 70, 1985 [secção II, secção IV, secção V e secção XI].

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Resposta de Keisy Pacheco :


Hume diz que o peso de um corpo de dez onças é inferior ao seu contrapeso (conjecturado pela experiência). Todavia, acrescenta que não se pode concluir que o mesmo (contrapeso) exceda uma centena. Neste sentido, Hume demonstra que não podemos formar uma regra geral (deduzir que o contrapeso excede qualquer quantidade de onças), através de uma experiência única (pelo facto de exceder as dez onças), mesmo que se trate de casos semelhantes.


Além disso, aconselha que, neste caso, o melhor a fazer é rejeitar a causa (já que o efeito pretendido é outro), de modo a atingir a justa proporção (a centena). Em suma, Hume especifica a importância de não tomar, por analogia, as experiências isoladas como certezas, de que qualquer causa levará a determinado efeito.


Keisy Pacheco


Nº 47791


1º ano do Curso de Sociologia da Universidade do Minho

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